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Chega de desculpas: é hora de Barison ser prefeito

12/10/2021

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Passados 281 dias do início da administração municipal de Eduardo Barison em Mococa, e faltando 1.178 dias para terminar, até agora este governo não disse a que veio.

Barison passa os dias entre propaganda em redes sociais e em por a culpa pela própria incompetência em ser prefeito da cidade em administrações passadas.

Por exemplo, esta semanas vimos mais uma prorrogação do contrato emergencial do transporte coletivo urbano.

Barison não pode dizer-se desconhecedor da questão. Quando vereador o transporte urbano coletivo foi matéria de muita discussão por parte do vereador, agora prefeito.

Disse que a cidade estava endividada, e anunciou pagamento de R$ 20 milhões em dívidas de “administrações anteriores” sem especificar se a dívida era de ex-prefeitos ou ex-prefeitas, suas alidadas.

Disse que a prefeitura, endividada, iria pagar transporte coletivo urbano gratuito para todos cidadãos de Mococa. Além de não cumprir sua promessa, ainda prorroga, sem licitação, um contrato emergencial.

Um constrangedor silêncio na Câmara Municipal sepulta carreiras políticas de representantes do povo que se alinharam ao prefeito. Aparentemente nada tendo aprendido com a legislatura anterior, vereadores seguem como ovelhas de presépio.

As ruas da cidade estão em petição de miséria. Quem se dizia bom administrador tem a obrigação de dar uma resposta ao povo de Mococa, tem a obrigação de solucionar o problema das ruas esburacadas, principalmente em bairros periféricos.

Cabos de fibras óticas e de telefonia cobrem a cidade, por vezes emaranhados e por vezes desencapados, descendo até o chão, pondo em risco a vida de transeuntes, pedestres.

A UPA continua sem um telhado, coisa simples de ser reparada, custando muito mais à prefeitura em alugueres à Santa Casa do que na solução de um problema de prédio próprio. A Santa Casa foi reparada por ação entre amigos de um empresário. Barison, até aqui, não foi capaz de dar à população qualquer resposta sobre o prédio da UPA e a situação da saúde.

Sem conseguir administrar a Saúde, Barison deixa Mococa novamente sob risco de ficar sem atendimento médico, que anunciam paralisação por a prefeitura não fiscalizar, como deveria, a O.S. responsável.

A Guarda Municipal, que vinha colaborando com a Polícia Militar e Civil e ajudando na Segurança Pública, inclusive dos Distritos, foi reduzida a operadora de Zona Azul, em uma situação que não foi totalmente explicado publicamente até a presente data.

E nem falamos da questão dos prédios da educação, da hemodiálise, abandonados.

Já é hora de Barison parar de reclamar e começar a fazer aquilo para o que foi eleito: ser prefeito de Mococa e resolver os problemas que prometeu resolver. 



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