SÃO JOSÉ DO RIO PARDO E REGIÃO – ANO 34



Terceira via tem nome: João Dória

23/11/2021

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A dicotomia monocórdica entre Bolsonaro e Lula deixou aberto, entre os comentaristas da política, chance para o surgimento de uma terceira via política, fora desta polarização absurda e capaz de unir a maioria dos brasileiros em um projeto de estado que vá além de defender-se um ou outro político.

Hoje o nome mais preparado para assumir esta terceira via, de forma prática e efetiva, é o de João Dória, governador do estado de São Paulo.

E o destino da terceira via será decidido amanhã, nas convenções nacionais do PSDB.

Eduardo Leite se apresentou como progressista mas, como aqui mencionado em edição anterior, cercado de coronéis da velha política tucana que causou empobrecimento de São José do Rio Pardo, Mococa e cidades da região, enquanto São João da Boa Vista recebia todos equipamentos e maioria do investimento público do estado de São Paulo, então por eles gerido.

A vitória de Eduardo Leite representa a vitória de Alckmin e, em nossa região, de uma sobrevida política à lá “walking dead” a Silvio Torres, Hélio Escudero e outros do mesmo quilate político.

Representa, para nossa região, a volta dos investimentos em São João da Boa Vista, cidade inclusiva escolhida por eles para sediar sua campanha por aqui.

Caso Leite perca as prévias, Alckmin, Torres e Escudero devem sair do PSDB e migrar para outro partido a fim de tentar por esta via eleger Alckmin ao governo do estado e assegurar a si uma sobrevida política.

A vitória de João Dória, por outro lado, representaria uma chance real à terceira via política para o Brasil e uma chance de continuidade de desenvolvimento às cidades da região (à exceção de São João da Boa Vista, que neste caso concorreria em igualdade com as demais, sem os privilégios que os Tucanos lhe concederam até aqui).

Abrindo caminho para a reeleição de Rodrigo Garcia ao governo do Estado de São Paulo com um novo PSDB, não “tucano”, mas “Dorista”, mais republicano, mais democrático e arejado de velhas políticas coronelescas que tem levado seguidas peias nas urnas nas últimas eleições.

“Vamos decidir em 2022 se vamos ter outra década perdida, se vamos seguir no caminho do populismo, do negacionismo, do autoritarismo e da destruição das florestas ou se queremos voltar à corrupção, à intervenção na economia, às estatais, ao corporativismo dos sindicatos, aos cabides de emprego para os amigos do partido, à defesa de Cuba, em suma, um Brasil radicalizado. O que vamos propor aos eleitores é uma melhoria no ambiente de negócios, com o real forte e inflação baixa, que nos leve à geração de empregos e a uma política de transformação pela educação”, disse Doria a revista ISTOÉ.
Para o governador de São Paulo, um novo governo do PSDB vai mostrar que o “Brasil tem jeito”. Ele pretende pôr em prática no País o mesmo modelo que adotou no governo de São Paulo, “com a valorização da iniciativa privada e a realização de reformas estruturantes, como a administrativa e a previdenciária.

O governador de São Paulo tem toda a razão: o País precisa decidir se volta ao passado ou caminha em direção do futuro. 

 

Publicado originalmente na vesão impressa de 20/11/2021, edição 1692



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