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SÃO JOSÉ DO RIO PARDO E REGIÃO – ANO 36 |
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Ecos da 10ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de São José do Rio Pardo23/03/2025
![]() O começo desta parte do jornal parece o mesmo do anterior, mas não é. A última sessão da Câmara Municipal foi marcada por mais... ...homenagens. De forma merecida, o Buffet Muradi, recebeu da vereadora Lucia “Cadeira Gamer” Libânio uma Moção de Congratulações pelos 30 anos de atuação completos em 2025. Para receber a homenagem, compareceram os empresários Luiz Muradi e Kétuli Muradi. Após receber a homenagem, Luiz Muradi agradeceu a honraria e contou um pouco da trajetória de sua empresa, criada em 1995, bem como de seu trabalho social como captador de recursos para o Hospital de Amor de Barretos, para o tratamento de câncer de rio-pardenses. NÃO É COMIGO O superintendente da SAERP, Daniel “Cobra Filho”, ocupou a Tribuna Livre da Câmara Municipal para falar sobre abastecimento de água do município. Convidado pelo vereador Dante Lemes, Daniel quis fazer um histórico da SAERP e doa abastecimento de água desde antes da fundação da cidade. Essa tática, de fazer longos percursos históricos, é conhecida quando o orador pretende enrolar e não falar diretamente sobre os problemas. Dentro de sua fala, Daniel “Cobra Filho”, justificou que não tem nada a ver com o aumento da água, explicando que o aumento depende da Agência Reguladora, no caso a ARES PCJ, a partir de cálculos que nem ele entende. Outro ponto que chamou muita atenção na fala de Daniel “Cobra Filho”, foi a gravíssima acusação que fez na atuação da Polícia Civil alegando dificuldades para dar flagrantes em ligações clandestinas, popularmente chamadas de “gatos”. Nesse ponto, o presidente da Câmara Municipal, Rafael Kocian, informou que já existe entendimento firmado no Supremo Tribunal Federal sobre as Guardas Municipais que podem atuar em ações ostensivas inclusive realizando flagrantes de crimes. Durante a Tribuna ainda houve a participação do vereador Adriano Junior agradecendo a atuação da SAERP nos seus pedidos. SESSÃO TENSA Iniciado os trabalhos regimentais, esta foi a sessão mais agitada da atual legislatura. Logo no início da leitura dos Requerimentos, os vereadores discutiram a propositura de número 458/2025, de autoria da vereadora Sara Mafepi. No requerimento a vereadora pretendia questionar o Poder Executivo sobre a gestão do canil municipal. Baseado em um comentário de facebook, Sara queria saber quem é o vereador que participa da gestão do canil. Foi aí que a tensão começou. Lucia “Cadeira Gamer” Libânio pediu a palavra para dizer que o requerimento era desnecessário e que os casos que mencionam vereadores deveriam ser discutidos dentro da Câmara e não através de requerimentos ao Poder Executivo. Ela foi seguida por Rubinho Pinheiro que concordou com a vereadora da “Cadeira Gamer”. Por fim, Fernando Gomes pediu que o presidente fizesse a leitura da íntegra do Requerimento. Como o documento não atingiu as três assinaturas necessárias para o deferimento, ele foi colocado em votação, sendo rejeitado por 9 votos contrários (Adriano Junior, Dante Lemes, Lucia “Cadeira Gamer” Libânio, Priscila Abreu, Marcelo Clementino, Fernando Gomes, Morgan, Rubinho Pinheiro e Toco Quessada) e 3 favoráveis (Sara Mafepi, Alexandre Tosini e Reinaldo Milan). MAIS TENSÃO Após o confronto de Sara Mafepi x Lucia “Cadeira Gamer” Libânio, o Expediente Livre reservou outro momento de confronto feminino. Dessa vez o debate foi entre Priscila Abreu x Sara Mafepi. A líder do prefeito pediu a palavra para mostrar fotos e vídeos do Canil Municipal, elogiando a Prefeitura pela limpeza e zelo com os animais. Prsicila questionou Sara Mafepi se ela havia encontrado algo diferente do que ela projetou, na visita que fez na semana anterior. Sara Mafepi informou que foi muito bem recebida pela servidora que trabalha no canil, mas ficou chateada pois foi impedida de exercer seu papel de fiscalização, pois para tirar fotos e registrar vídeos necessitaria de autorização do secretário responsável. O debate se estendeu por muito tempo e contou com a participação de praticamente todos os vereadores presentes, alguns em tons mais incisivos e outros em tons mais amenos. O destaque do debate certamente ficou por conta do vereador Marcelo Clementino que questionou o que Mafepi, marido da vereadora Sara, fez em prol do canil, exigindo saber os valores das emendas destinadas pelos parceiros políticos. Sara informou que Mafepi conseguiu R$ 120 mil para o canil através do presidente da ALESP, deputado André do Prado. Clementino finalizou dizendo que Sara deveria ter vergonha de anunciar um valor tão pequeno. Publicado na edição 1864 de 22 de março de 2025 Comentários |
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