SÃO JOSÉ DO RIO PARDO E REGIÃO – ANO 34



A ressurreição de Cristo: evidências e importância

14/10/2020 - por Thiago da Silva Vieira

“Por que buscais entre os mortos aquele que vive? Ele não está aqui, mas ressurgiu. Lembraivos de como vos falou, estando ainda na Galileia.” Lc 24: 5-6 A declaração do anjo sobre a ressurreição de Cristo é o tema central de nossa fé, é onde está alicerçada a nossa esperança, nosso futuro e nossa salvação. A ressurreição de Cristo é o evento mais importante da história. O ponto principal da história da redenção. É o alicerce de nossa fé. A morte de Cristo só tem valor com a sua ressurreição. Um salvador morto não pode salvar ninguém. Isso significa que “Negar a Ressureição de Cristo é negar a salvação”. Essa verdade essencial do Evangelho tem sofrido durante toda a história da igreja um grande ataque de Satanás, através de homens que tentaram negar as evidências e provar que a ressurreição de Cristo é um mito. Muitos disseram que Jesus Cristo não chegou a morrer na cruz, mas que apenas desmaiou, e que ao ser colocado no túmulo reanimou-se. Mateus afirma ue os líderes judeus inventaram que os discípulos haviam roubado o corpo de Jesus (Mt 28:12-13). Outros em suas tentativas de acabar com a esperança dos crentes, afirmaram que as mulheres foram ao túmulo errado. Porém, há bastantes evidências da ressurreição de Cristo. Veremos algumas delas. 1. Testemunhas oculares: Jesus Cristo, após ressuscitar apareceu a Maria Madalena, às mulheres, a Pedro, aos dois discípulos no caminho de Emaús, aos apóstolos sem Tomé, aos apóstolos com Tomé, aos sete apóstolos no Mar da Galileia, a uma multidão de 500 irmãos, a Tiago, a Paulo, a Estêvão e a João na Ilha de Patmos. 2. Homens morreram sem negarem a ressurreição: mártires de toda a história da igreja morreram por crerem e defenderam esta verdade, foram para a morte glorificando a Deus (ninguém morreria por uma mentira). 3. A honestidade dos evangelistas ao relatarem o evento: Marcos e Mateus nos mostram que os discípulos não deram crédito quando receberam a notícia sobre ressurreição de Cristo. Isso mostra a transparência e a honestidade dos evangelistas em anunciar o que realmente aconteceu. Os discípulos não deram crédito, e Jesus os repreendeu por isso. Se fosse uma história inventada, eles não diriam isso em um livro tentando criar uma mentira, fariam o contrário, diriam que todos creram. “e ouvindo eles que vivia, e que tinha sido visto por ela, não o creram. Depois disso manifestou-se sob outra forma a dois deles que iam de caminho para o campo, os quais foram anunciá-lo aos outros; mas nem a estes deram crédito.” Mc 16:11-13 “Quando o viram, o adoraram; mas alguns duvidaram.” Mt 28: 17. As primeiras testemunhas não eram dignas de crédito naquela cultura. A primeira a chegar no túmulo e avisar aos outros foi uma mulher. Mulheres não tinham muito valor em serem testemunhas naquela cultura. Os evangelistas relatam que Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, que era uma mulher a qual Jesus expelira sete demônios. Uma Mulher e ex-endemoniada quem daria crédito? Se fosse uma mentira eles usariam meios mais eficazes para a divulgação. 4. As Escrituras Sagradas: a Bíblia é a palavra de Deus autoritária, inerrante e infalível. O que está Escrito é o que Deus disse. E o que Deus disse é a verdade que é digna de crédito e toda aceitação, que deve ser crida e vivida. As Escrituras Sagradas afirmam que Cristo ressuscitou. At. 2:24; Sal. 16:10; Luc. 24:39; Rom. 6:9; Apoc. 1:18; João 2:19, e 10:18; Rom. 1:4 e 8:33-34; Heb. 2:14; Rom. 14:9; 1 Cor. 15:21-22; Ef. 1:22-23; Rom. 4:25; Ef. 2:5-6; 1 Cor. 15:20, 25-25; 1 Tess. 4:14. Aqueles que negam a ressurreição de Cristo, negam a inspiração bíblica. Eles precisam demonstrar por qual padrão eles negam a ressurreição, como chegaram a essa certeza, e se esse padrão é confiável e inerrante. Negar a ressurreição de Cristo é rejeitar a Esperança da salvação. Não crer que Cristo ressuscitou é viver sem esperança nesse mundo. Em 1 Co 15, Paulo explica em detalhes a importância da ressurreição de Cristo: “14 E, se Cristo não foi ressuscitado, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé. 15. E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, não ressuscitou, se, na verdade, os mortos não são ressuscitados. 16. Porque, se os mortos não são ressuscitados, também Cristo não foi ressuscitado. 17. E, se Cristo não foi ressuscitado, é vã a vossa fé, e ainda estais nos vossos pecados. 18. Logo, também os que dormiram em Cristo estão perdidos. 19. Se é só para esta vida que esperamos em Cristo, somos de todos os homens os mais dignos de lástima.” 1 Coríntios 15: 14-19. Alguns, na igreja de Corinto não acreditavam na ressurreição dos mortos, e nesse capítulo Paulo lista seis consequências terríveis, caso a ressurreição de Cristo não tivesse o corrido: 1. Pregar sobre Cristo seria em vão (v.14): pregar uma mensagem sem valor eterno não tem nenhuma utilidade. Prometer o que não pode ser cumprido é mentir em nome de Deus. 2. A fé em Cristo seria em vão (v.14): viver de acordo com a Palavra de Deus seria perder tempo. Orar, ler a Bíblia, ir aos cultos, louvar a Deus, tudo isso seria desperdício inútil. 3. Todas as testemunhas e pregadores do evangelho seriam mentirosos (v.15): quando pregássemos o Evangelho, estaríamos pregando uma mensagem mentirosa, enganando as pessoas e tornando-as iludidas. Elas estariam animadas, cheias de esperança, porém condenadas. 4. Ninguém poderia ser redimido do pecado (v.17): se Cristo não ressuscitou todos os crentes continuariam culpados e condenados por seus pecados e quando morressem iriam para o inferno. A ressurreição de Cristo é a prova que Deus aceitou a morte de Cristo como pagamento da nossa dívida. 5. Todos os cristãos que morreram teriam perecido (v.18): se Cristo não ressuscitou todos os crentes que morreram estariam perdidos eternamente. 6. Os Cristãos seriam os mais infelizes de todos os homens (v.19): seria inútil lutar contra o pecado. Buscar a santificação seria privar-se dos deleites do pecado que esse mundo oferece. Seríamos infelizes nesta vida e na eternidade, pois, deixaríamos de satisfazer a nossa carne sem proveito eterno algum. Ou seja, toda a vida Cristã seria sem valor. Mas, graças a Deus, Cristo ressuscitou dos mortos e é “as primícias dos que dormem” (v.20), assegurando-nos de que o resultado de sua ressurreição será a nossa ressurreição futura para a glória celestial (1 Co 15: 20). Você crê? Por Thiago da Silva Vieira

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