SÃO JOSÉ DO RIO PARDO E REGIÃO – ANO 34



Vereador Brasilino Moraes requer a prefeitura de Mococa informações sobre interdição do Aeroporto

19/04/2021

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Citando ciência da interdição do aeroporto pelo DEMOCRATA, o vereador Brasilino Moraes requereu à prefeitura informações sobre valores gastos com a revitalização anunciada pelo prefeito e as razões pelas quais o aeroporto foi interditado. 

 

Correndo atrás

A presidente Elisângela Maziero, defendendo a prefeitura, disse que as providências já estariam sendo tomadas e informou que a questão é pertinete a exigência da ANAC de que o toda a área do Aeroporto seja protegida por Alambrado. Segundo a presidente da Câmara o prefeito já estaria "correndo atrás" de solucionar. 

 

Detalhes

O Vereador Thiago Colpani mencinou estar envolvido desde o início do mandato na recuperação do aeroporto, dizendo que haveria perda da autorização para operar o aeroporto, definitivamente. Então as intervenções foram feitas apenas para minimizar o impacto da fiscalização da ANAC. Segundo o vereador apenas faltam 2 quilômetros de alambrados e "uns detalhes que faltam de pista" com o que o aeródromo voltaria a funcionar.

 

Faltou responder

As regras para concessão e manutenção de aeródromos são públicas e, no mínimo, conhecidas pela municipalidade e por todos os envolvidos. Assim, faltou responder as razões pelas quais, sabendo de todas as regras, empregaram recursos em medidas apenas para "minimizar" o impacto da fiscaliação, empurrando o problema para frente.

Como este DEMOCRATA tem falando, novamente a falta de um plano de metas indica falta de gestão, falta de planejamento, inclusive orçamentários, para resolver os problemas da cidade. Quando não são cidadãos que se associam para resolver problema que a prefeitura não foi capaz, a prefeitura diretamente toma medidas insuficientes para solucionar problemas, como no caso do aeródromo.

A nomeação de comissão, por mais capazes que sejam seus membros, não vai resolver o problema se a prefeitura não der condições de que o problema seja, efetiamente, resolvido. E, para isso, nenhuma comissão seria necessária: bastaria ao prefeito mandar resolver. Ele esteve lá, gravando filme promocional que foi divulgado pela prefeitura. Se não sabia o que tinha de fazer, é incompetência. Se sabia, e não fez, é incompetência.  Ainda que os vereadores da situação entrem na frente, a verdade é que a caneta está na mão do prefeito, que tem falhado reiteradamente na gestão municipal.

Estaremos atentos às respostas, especialmente para saber quais valores foram empreendidos na medida de apenas "minimizar" o impacto da fiscalização da ANAC. Ao depois, se assim foi, a medida pode ter ofendido o princípio constitucional da EFICIÊNCIA, o que chama novamente os vereadores às falas.

DEMOCRATA, um jornal necessário.

 

 

 



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